segunda-feira, 7 de julho de 2008

HISTORIA DA JOALHARIA


A palavra joalharia é derivada da antiga palavra francesa jouel, que foi também anglicanizada por volta do século XIII. Procurando em tempos mais antigos encontramos também a palavra jocale que significa objecto de brincar.
A joalharia aparece em todos os períodos da História, desde o alvorecer do Homem. Recentemente foram encontradas conchas com 100.000 anos que foram transformadas em contas, sendo assim a peça mais antiga de joalharia conhecida. Apesar de nos primórdios as peças de joalharia serem criadas para usos mais práticos, como prender peças de roupa juntas, nos tempos mais recentes é usada maioritariamente para decoração.
As primeira peças de joalharia eram feitas de materiais naturais como ossos e dentes de animais, conchas, madeira e pedras esculpidas. Nesta altura a joalharia era feita sobretudo para pessoas com uma alta importância para demonstrar estatuto social e eram na maioria das vezes enterradas com elas.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

VERDADEIRAS REVELAÇÕES

Por que a vida é cheia de agradaveis surpresas, não percam:

www.myspace.com/ritaredshoes

www.myspace.com/francoatiradores

Música para os nossos ouvidos....

terça-feira, 3 de junho de 2008

O TEMPO.....e falta tão pouco tempo.....


O tempo sabe pregar partidas. Quando abranda como um comboio a chegar à estação, quando foge como uma criança assustada sem preocupações com os obstáculos. Encontramos por isso a vida sempre distraída atrás do tempo, sem vontade própria para o parar ou acelerar. Retratar o tempo é, assim, sempre um acto imaginário, pois o tempo é real sem presença real que permita um retrato real. Esta irrealidade confunde, mas inspira a criar momentos, representações de instantâneos, fragmentos. A abstracção é grande, tão grande que pode fazer do tempo algo de grandioso ou, para outros, algo de diabólico e monstruoso. Haverá sempre quem veja no tempo o futuro e quem nele reveja o passado. Para uns será esperança, para outros uma cruel consequência. A escolha é sempre pessoal na medida exacta da impessoalidade do tempo. Olhar o tempo visto por outros olhos é sempre questionar o modo como nos situamos perante ele, num desafio a optimismos ou nostalgias. A indiferença não passa aqui, este não é o seu lugar. Admiremos então a representação do tempo com a certeza de que despertará sentimentos diferentes em cada um dos olhos interessados que sobre ela incidirem.


João Albuquerque Carreiras