quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Pensamentos de MUDANÇA



Ao longo da vida construímos sonhos, e quando realizados surgiram outros… É assim, é isso que nos faz não ficar parados.

Sem os sonhos não haveria razão para continuar numa jornada, numa batalha que é a vida! (li isto algures e não me esqueci).

Grande mudança esta que vivo neste instante, hoje e amanhã (tal como a música).

Quando achamos que tudo está no sitio certo, a vida lá vai andando de uma forma segura e sem grandes atribulações...pois bem, tudo se transforma.

Tudo diferente do que imaginei, tudo melhor.

Sinto-me num casulo a transformar-me numa borboleta. Impressionante como a vida nos prega partidas! Mas que boa PARTIDA esta que a vida me pregou!

A algum tempo que a Marginal passou a estar nos meus passeios matinais. O nascer do sol, as pessoas que dentro dos seus carros vão rumo a mais um dia de trabalho, etc....
O mar, o rio....uma caminhada matinal de me tira de Paço de Arcos e me leva até ao frenesim desta Lisboa que tanto me encanta e me acolhe todos os dias.

Estou numa nova fase, num novo projecto com uma pessoa que tanto admiro (o Pedro).

Já dizia o poeta........que seja ETERNO ENQUANTO DURE.....

Um beijinho ao responsável por tudo isto





História de um diamante...........




O diamante Hope é uma pedra preciosa azul, famosa pela sua história atribulada e pela suposta maldição que carrega.
É um diamante de grandes dimensões (25.6 x 21.78 x 12 mm), com 45.52 quilates.




A cor azul é uma ilusão óptica, causada pela presença de traços de boro na estrutura cristalina do diamante. O diamante Hope exibe fosforescência vermelha no espectro ultravioleta e é classificado como um diamante.



História
O primeiro registo histórico do diamante Hope surge por volta de 1660, quando o mercador francês Jean-Baptiste Tavernier o adquiriu durante as suas viagens na Índia. A pedra tinha então cerca de 112 quilates e estava lapidada em forma de triângulo. O diamante é originário da mina de Kollur e, de acordo com a lenda, foi roubado de um templo Hindu dedicado à deusa Sita, onde estava encastrado numa estátua, representando um dos olhos da divindade.
Em 1668, Tavernier vendeu o diamante ao rei Luís XIV de França. A pedra foi entregue ao joalheiro da corte, Sieur Pitau, que a cortou e lapidou de acordo com o gosto da corte francesa. O diamante passou a pesar cerca de 67 quilates e ficou conhecido como o Diamante Azul da Coroa. Luís XIV costumava usá-lo ao pescoço em ocasiões solenes, suspenso numa fita e encastrado em ouro. O seu bisneto, Luís XV, readaptou a pedra para fazer parte do seu pendente da Ordem do Tosão Dourado. Mais tarde, Luís XVI ofereceu a pedra a Maria Antonieta, por ocasião do seu casamento. Durante a Revolução Francesa, já com o rei e a rainha na prisão, as jóias da coroa desapareceram num roubo efetuado a 11 de Setembro de 1792. O diamante azul desapareceu também e o seu paradeiro é incerto nos anos seguintes.
Em 1812, o diamante reaparece na posse de Daniel Eliason, um mercador de jóias londrino. A identidade da pedra foi disputada até se confirmar, em 2005, que era de facto o diamante azul francês, desaparecido durante a revolução. Apesar de se supôr habitualmente que a pedra foi adquirida pelo rei Jorge IV do Reino Unido, não há registros da compra nos arquivos da contabilidade real.
O dono seguinte do diamante foi Henry Philip Hope, que o adquiriu em 1824 para a sua coleção de pedras preciosas. A partir desta data, a pedra passa a ser conhecida como diamante Hope. O diamante foi adaptado como um pregador, usado pela cunhada de Hope em ocasiões sociais. Após a morte de Henry Philip em 1839, os seus sobrinhos lutaram pela herança em tribunal durante dez anos, até a coleção de gemas ser por fim concedida a Henry Hope. O diamante passava a maior parte do tempo guardado num cofre, mas foi exibido na Great Exhibition de Londres(1851) e na Exposição Universal de Paris (1855). O diamante Hope permaneceu na posse da família até 1901, quando foi vendido a um joalheiro londrino por 29,000 libras, para pagar as dívidas de Francis Hope. Após várias mudanças de dono e cortes, que incluíram Pierre Cartier e a socialite estado-unidense Evalyn MacLean (que por vezes o pregava à coleira dos seus cães), o diamante Hope foi adquirido por Harry Winston em 1949, por uma soma desconhecida. Winston incluiu o diamante numa coleção de outras pedras preciosas famosas que exibia para fins de caridade. Em 1958, Harry Winston doou o diamante ao Instituto Smithsonian.

Maldição
A lenda da maldição do diamante Hope nasceu no início do século XX e foi criada por May Yohe, uma atriz estado-unidense que fora casada com Lord Francis Hope e que fugira para a Austrália com o amante. A vida não lhe correu bem e, de regresso aos Estados Unidos, procurou vender a história da maldição a produtores de cinema de Hollywood. A história do diamante transformou-se num filme, que incluía diversas liberdades criativas como a atribuição da morte de Marat à maldição e, possivelmente, é a origem da lenda do roubo do templo Hindu. Desde então, diversos infortúnios têm sido atribuídos ao diamante, como o destino de Luís XVI e Maria Antonieta (que acabaram guilhotinados na Revolução Francesa), a suposta morte de Tavernier devorado por lobos (que de facto morreu de velhice), a loucura de Jorge IV ou a morte de Catarina a Grande (que nunca possuíram o diamante).

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LOJA ONLINE


Façam as vossas encomendas de Natal de uma forma rápida e prática.
Visitem a minha loja em: http://www.ritacm.com/
Espero pelas vossas encomendas.
Um beijinho e espalhem a noticia
Rita Carvalho Marques
Designer de jóias
tel: +351 91 722 59 93

domingo, 16 de novembro de 2008

LUXO com Brilho Próprio


O fabrico de jóias é uma das artes mais antigas do mundo e sempre encantou a homens e mulheres ao redor do planeta.


Alguns povos ancestrais enfeitavam-se com conchas, pedras ou flores, a fim de obter o poder simbólico atribuído a estes adereços. No Egito Antigo, além de seu aspecto decorativo, as jóias tinham funções mágicas e religiosas. Durante a Idade Média, principalmente na Renascença, muitos escultores e pintores famosos iniciavam o seu aprendizado nas oficinas dos ourives. Naquela época, os adornos eram um privilégio reservado à aristocracia e ao clero. O século 20 democratizou em definitivo as jóias, que passaram a ter formas e materiais inusitados. Hoje, elas são reconhecidas como arte, dando dimensão estética à aparência e conferindo status a quem as usa.Chaumet, Cartier, Lalique, Dior, Boucheron.



Seria impossível falar da joalheria mundial sem citar a importante contribuição da França neste setor. A Chaumet, por exemplo, que atualmente pertence ao grupo LVMH, é considerada a mais antiga do mundo - foi criada no final do século XVIII. Seu fundador, o ourives Marie-Étienne Nitot, era o preferido de Napoleão Bonaparte e de suas duas mulheres, Joséphine e Marie-Louise, para as quais produziu centenas de peças, entre broches, colares, brincos, camafeus e tiaras. A coroa de Charlemagne, feita para o imperador em 1805, e o diamante Regente de 140 quilates, incrustado por Nitot na espada usada na cerimônia de coroação de Napoleão, fazem parte do acervo do Museu do Louvre, em Paris.

Outra marca importante para a história da joalheria mundial, a Boucheron comemora 150 anos de existência em 2008. Frédéric Boucheron, seu criador, foi um dos primeiros a instalar-se na Place Vendôme, o quadrilátero mais luxuoso de Paris, e também um dos precursores da criação de jóias com imagens de flores e animais - a serpente é o símbolo da grife. Para celebrar esta data especial, a centenária maison resolveu inovar ao utilizar a internet como meio de divulgação de sua renovação. Uma das ações estabelecidas pela direção da empresa foi a de convidar várias personalidades, entre anônimos e famosos, para dar depoimentos em vídeos divulgados no site da marca (http://www.boucheron.com/). O concurso, encerrado em julho deste ano, tinha como júri blogueiros e representantes da maison, responsáveis por escolher o vencedor da história mais emocionante sobre uma jóia pessoal.


Pela internet também já é possível conferir a coleção completa da grife (são 1.500 produtos, entre jóias, relógios e perfumes) e pesquisar os valores de cada peça, que antes só podiam ser consultados nas boutiques da marca.

Pode até parecer paradoxal que uma joalheria tradicional faça sua incursão no e-commerce, visto que o segmento de luxo é um dos raros setores que ainda hesitam em investir nesse meio por receio de perder a aura de exclusividade dos produtos.


Jean-Christophe Bédos afirmou que vender pela internet é um tabu para várias marcas de luxo."Não para nós. A única coisa que pode desvalorizar uma grife é a baixa qualidade, e este não é o nosso caso", observa.

"Com o site, queremos demonstrar que somos contemporâneos, propondo um canal que complementa nossas lojas". Como parte das comemorações dos 150 anos da Boucheron, uma exposição montada nas vitrines das butiques da grife convida o público a descobrir a coleção Boucheron Enchanteur, especialmente criada para esta ocasião. Entre os destaques estão um relógio desenhado por Richard Mille, o joalheiro da Haute-Horlogerie; uma série de celulares da marca Vertu; e um colar desenvolvido em colaboração com a Maison du Chocolat em forma de serpente, que ostenta um diamante de 20 quilates.

Para as tradicionais joalherias francesas, a tecnologia tem se mostrado imprescindível na conquista de novos clientes. A Dior Joaillerie entendeu esse conceito, e, no ano passado, lançou no Second Life sua coleção de jóias Belladone. "Foi uma boa oportunidade de apresentar as peças a um público maior e não apenas àquele que freqüenta as butiques", afirma Victoire de Castellane, diretora de criação da marca. Questionada sobre a possibilidade de comercializar suas criações em um ambiente virtual, a executiva afirma que ainda é cedo, mas não descarta a possibilidade. Em 1998, a Maison Dior criou seu departamento de Haute Joaillerie, e Victoire assumiu a direção artística com um estilo bastante particular. Desde a sua primeira coleção, lançada em 1999, a artista impõe uma joalheria feita de extremos. Seu interesse por volumes que vão do exagerado ao mínimo estão onipresentes em suas peças. "Gosto das pedras com cores, porque elas parecem bombons. Para mim, é como se elas tivessem sabor", afirma. Extravagantes, cheias de fantasia e muito femininas, as jóias da Dior obedecem a um rigoroso controle de qualidade, o mesmo que é aplicado à alta-costura. Outro ponto em comum é a exclusividade. Foi assim com a coleção Le Coffret de Victoire, lançada em 2003 e inspirada nas viagens de Victoire. Em 2005, La petite Série Limitée propôs uma linha de jóias limitada a uma centena de exemplares a serem vendidos no mundo.

domingo, 9 de novembro de 2008

MEU CORAÇÃOOOOO........

Meu coração,
não sei por que
Bate feliz quando te vê

E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim
Foges de mim

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Vem, vem, vem, vem

Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Vem, vem, vem, vem

Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz

Composição: Pixinguinha/ Joao de Barro

sábado, 25 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

notas soltas


Palavras soltas....são estas que escrevo.

Pela primeira vez falo de mim.


Trabalhar com peças preciosas, materiais nobres e peças com história, fazem-nos pensar muitas vezes em outras coisas preciosas que temos na vida.

A nossa familia, os nossos amigos, os nossos sentimentos, resumindo - a NOSSA VIDA.

Os dias vão pansando e sentimos que passo a passo escrevemos a nossa história. Esta fase da minha vida é sem dúvida uma fase de mudança, uma fase de lapidação de uma pedra que aos poucos vai ganhando forma, estrutura e brilho.


Agradeço a todos os que acompanham o meu trabalho, que me ajudam a crescer e que estão comigo em todos os momentos.


O meu muito OBRIGADA!


Espero continuar a contar com todos.


Um grande BEIJINHO


Ritinha