segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Art nouveau








A Arte Nova foi um estilo estetico essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. laciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial m curso na Europa om a exploração de novos materiais (como o ferro o vidro, rincipais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia olorida que teve grande influência nos cartazes. vido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido de modern style (do inglês, estilo moderno).
O nome surgiu de uma loja parisiense (capital internacional do movimento), chamada justamente Art nouveau e que vendia mobiliário seguindo o estilo. Caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a
Natureza, lorização do trabalho artesanal, entre outros. O movimento simbolista ambém influenciou o art nouveau.
Recebeu nomes diversos dependendo do país em que se encontrava: Flower art na
Inglaterra. odern Style", "Liberty" ou "stilo Floreale" na Itália. alemães criam sua própria vertente de Art Nouveau chamada Jugendstil.

Arquitectura
No que diz respeito à arquitectura, o facto de não existirem propriamente traços estruturais nem volumetrias próprias, esta desenvolve-se subsidiária da arquitectura tradicional portuguesa. Um dos maiores aspectos relevantes é a utilização de materiais e técnicas inovadoras tais como o uso de
massa de cimento.









sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

LA HORA ESPAÑOLA


La Hora Española , é uma taberna e ponto de encontro do Festival de Flamenco de Lisboa.

No coraçäo de Lisboa a tradiçäo de Espanha – Pablo Picasso, Paco de Lucia, Camaron de la Isla, Santiago Martin “El Viti”, José Tomás, Ney, entre outros.


La Hora Española, es una taberna y punto de encuentro del Festival de Flamenco de Lisboa.En el corazón de Lisboa la tradición de España - Pablo Picasso, Paco de Lucia, Camarón de la Isla, Santiago Martín “El Viti”, José Tomás, Ney, entre otros.


Presunto de Bolota a corte, queijos centenários e vinhos espanhois.Mercearia Gourmet e Take Away.Eventos privados, festas de grupo.


Jamón de Bellota al corte, quesos centenarios y vinos españoles.

Tienda de ultramarinos Gourmet y Take Away.

Eventos privados y cenas de grupos.


Terça e Quarta/ Martes e Miércoles: 12h00 a 24h00Quintas,Sextas e Sábados/ Jueves,Viernes y Sábados: 12h00 a 02h00Domingos e/y Segundas/ Lunes: DescansamosHora Almoço/Comida: 12h00 a 15h00


Fechamos/Cerramos de 15H00 a 20H00 Calçada Marquês de Abrantes, 58/60 – Santos - Tel.21.3971290la.hora.espanola@gmail.com , lahoraespanola@blogspot.com

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Poema numa esquina de Paris


Dezenas e dezenas de pessoas passam ininterruptamente ao longo do passeio.

Umas para lá.
Outras para cá.
Umas para cá.
Outras para lá.
Mas cada uma que passa
tem de fazer na esquina um pequeno rodeio
para não se esbarrar com o par que aí se abraça.
Olhos cerrados, lábios juntos e ardentes,
tentam matar a inesgotável sede.
Através dos seus corpos transparentes
lê-se na esquina da parede:

DANS CETTE PLACE A ÉTÉ TUÉ
MAURICE DUPRÉ
HÉROS DE LA RESISTANCE.
VIVE LA FRANCE.

(António Gedeão)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Peças no filme de Claudia Clemente - A Outra

Visitem o blog:

http://a-outra-the-other-woman.blogspot.com/

E irão reconhecer algumas peças usadas que foram da minha autoria.

A Cláudia além de grande amiga é uma realizadora fabulosa.

Os meus PARABÉNS!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Pensamentos de MUDANÇA



Ao longo da vida construímos sonhos, e quando realizados surgiram outros… É assim, é isso que nos faz não ficar parados.

Sem os sonhos não haveria razão para continuar numa jornada, numa batalha que é a vida! (li isto algures e não me esqueci).

Grande mudança esta que vivo neste instante, hoje e amanhã (tal como a música).

Quando achamos que tudo está no sitio certo, a vida lá vai andando de uma forma segura e sem grandes atribulações...pois bem, tudo se transforma.

Tudo diferente do que imaginei, tudo melhor.

Sinto-me num casulo a transformar-me numa borboleta. Impressionante como a vida nos prega partidas! Mas que boa PARTIDA esta que a vida me pregou!

A algum tempo que a Marginal passou a estar nos meus passeios matinais. O nascer do sol, as pessoas que dentro dos seus carros vão rumo a mais um dia de trabalho, etc....
O mar, o rio....uma caminhada matinal de me tira de Paço de Arcos e me leva até ao frenesim desta Lisboa que tanto me encanta e me acolhe todos os dias.

Estou numa nova fase, num novo projecto com uma pessoa que tanto admiro (o Pedro).

Já dizia o poeta........que seja ETERNO ENQUANTO DURE.....

Um beijinho ao responsável por tudo isto





História de um diamante...........




O diamante Hope é uma pedra preciosa azul, famosa pela sua história atribulada e pela suposta maldição que carrega.
É um diamante de grandes dimensões (25.6 x 21.78 x 12 mm), com 45.52 quilates.




A cor azul é uma ilusão óptica, causada pela presença de traços de boro na estrutura cristalina do diamante. O diamante Hope exibe fosforescência vermelha no espectro ultravioleta e é classificado como um diamante.



História
O primeiro registo histórico do diamante Hope surge por volta de 1660, quando o mercador francês Jean-Baptiste Tavernier o adquiriu durante as suas viagens na Índia. A pedra tinha então cerca de 112 quilates e estava lapidada em forma de triângulo. O diamante é originário da mina de Kollur e, de acordo com a lenda, foi roubado de um templo Hindu dedicado à deusa Sita, onde estava encastrado numa estátua, representando um dos olhos da divindade.
Em 1668, Tavernier vendeu o diamante ao rei Luís XIV de França. A pedra foi entregue ao joalheiro da corte, Sieur Pitau, que a cortou e lapidou de acordo com o gosto da corte francesa. O diamante passou a pesar cerca de 67 quilates e ficou conhecido como o Diamante Azul da Coroa. Luís XIV costumava usá-lo ao pescoço em ocasiões solenes, suspenso numa fita e encastrado em ouro. O seu bisneto, Luís XV, readaptou a pedra para fazer parte do seu pendente da Ordem do Tosão Dourado. Mais tarde, Luís XVI ofereceu a pedra a Maria Antonieta, por ocasião do seu casamento. Durante a Revolução Francesa, já com o rei e a rainha na prisão, as jóias da coroa desapareceram num roubo efetuado a 11 de Setembro de 1792. O diamante azul desapareceu também e o seu paradeiro é incerto nos anos seguintes.
Em 1812, o diamante reaparece na posse de Daniel Eliason, um mercador de jóias londrino. A identidade da pedra foi disputada até se confirmar, em 2005, que era de facto o diamante azul francês, desaparecido durante a revolução. Apesar de se supôr habitualmente que a pedra foi adquirida pelo rei Jorge IV do Reino Unido, não há registros da compra nos arquivos da contabilidade real.
O dono seguinte do diamante foi Henry Philip Hope, que o adquiriu em 1824 para a sua coleção de pedras preciosas. A partir desta data, a pedra passa a ser conhecida como diamante Hope. O diamante foi adaptado como um pregador, usado pela cunhada de Hope em ocasiões sociais. Após a morte de Henry Philip em 1839, os seus sobrinhos lutaram pela herança em tribunal durante dez anos, até a coleção de gemas ser por fim concedida a Henry Hope. O diamante passava a maior parte do tempo guardado num cofre, mas foi exibido na Great Exhibition de Londres(1851) e na Exposição Universal de Paris (1855). O diamante Hope permaneceu na posse da família até 1901, quando foi vendido a um joalheiro londrino por 29,000 libras, para pagar as dívidas de Francis Hope. Após várias mudanças de dono e cortes, que incluíram Pierre Cartier e a socialite estado-unidense Evalyn MacLean (que por vezes o pregava à coleira dos seus cães), o diamante Hope foi adquirido por Harry Winston em 1949, por uma soma desconhecida. Winston incluiu o diamante numa coleção de outras pedras preciosas famosas que exibia para fins de caridade. Em 1958, Harry Winston doou o diamante ao Instituto Smithsonian.

Maldição
A lenda da maldição do diamante Hope nasceu no início do século XX e foi criada por May Yohe, uma atriz estado-unidense que fora casada com Lord Francis Hope e que fugira para a Austrália com o amante. A vida não lhe correu bem e, de regresso aos Estados Unidos, procurou vender a história da maldição a produtores de cinema de Hollywood. A história do diamante transformou-se num filme, que incluía diversas liberdades criativas como a atribuição da morte de Marat à maldição e, possivelmente, é a origem da lenda do roubo do templo Hindu. Desde então, diversos infortúnios têm sido atribuídos ao diamante, como o destino de Luís XVI e Maria Antonieta (que acabaram guilhotinados na Revolução Francesa), a suposta morte de Tavernier devorado por lobos (que de facto morreu de velhice), a loucura de Jorge IV ou a morte de Catarina a Grande (que nunca possuíram o diamante).

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LOJA ONLINE


Façam as vossas encomendas de Natal de uma forma rápida e prática.
Visitem a minha loja em: http://www.ritacm.com/
Espero pelas vossas encomendas.
Um beijinho e espalhem a noticia
Rita Carvalho Marques
Designer de jóias
tel: +351 91 722 59 93