segunda-feira, 30 de março de 2009

Vivemos num tempo em que a tolerância nos relacionamentos é cada vez menor, ninguém se quer adaptar, ninguém admite fazer cedências ou sacrifícios, mas não há Amor sem tudo isto, pois não?

É preciso que aprendamos a passar por alto alguns defeitos, - já que ninguém é perfeito -, a perdoar, a não pagar na mesma moeda aquilo que nos faz mal, a não dar importância a uma frase menos feliz que possa sair num dia de cansaço.

Sejam felizes e façam os outros felizes :-)

Uma óptima semana!

quinta-feira, 5 de março de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição. "- Aristóteles




Soneto de Fidelide
Vinicius de Moraes

De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa dizer do meu amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

"Se quiser me reconquistar, não tente descobrir a razão que te levou a me perder, e sim a razão que me levou a te amar." - Diego Marchi

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009







Zaha Hadid have won a competition to design the Guggenheim Hermitage Museum in Vilnius, Lithuania.
The competition was part of a feasibility study by the Guggenheim Foundation and the State Hermitage Museum of St. Petersburg, Russia.
Architects Daniel Libeskind and Massimiliano Fuksas also submitted proposals.
All three submissions will be on display at the exhibition Imagining the Future: Design Proposals for a New Museum in Vilnius at the Jonas Mekas Visual Arts Center in Vilnius from today until the end of June.
The museums sculptural volume is designed along Zaha Hadid’s characteristic conceptual terms of fluidity, velocity and lightness. The building appears like a mystical object floating above the extensive artificial landscape strip, seemingly defying gravity by exposing dramatic undercuts towards the surrounding entrance plazas. Large activated green fields flow around the museums sculptural mass, underlining its enigmatic presence with curvilinear lines echoing the elongated contours of the building. Contrasting with the vertical business district skyline it is a manifestation of Vilnius’ new cultural significance.

A glossy metallic building envelope registers the underlying main programmatic units which are articulated as inlays within the compact overall form. The sub volumes are expressed through folds and protrusions in the facades modulation, creating multiple ways of reading the building as a whole that is constituted by its integral parts. These parts reflect the various institutions and bodies that are combined within the museum, such as the Hermitage, the Guggenheim as well as the city of Vilnius. In the interior a canyon like air space allows for architecturally refined communication and circulation spaces mirroring the Fluxus spirit of informality and vivacity surrounding art.

Through manipulations of the ground at the riverfront, towards the park and the bridge, different levels are made accessible. An intensification of public life at the river is our aim. The positioning of the building on the riverbanks, respectively the cities edge, creates a strong sense of place within Vilnius.
The exterior spaces are modulated landscape formations creating several imprints or plinths upon which various activities and performances can take place. Large Stairs at the promenade might function as outside auditorium spaces for summer screening etc. The surrounding landscape is a continuation of the internal landscape connecting museum Lobby with its surrounding on several levels. The aim is again an intensification of public and cultural life on the museum plaza and the museum promenade.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Considerações sobre o grafite ou graffiti




"Comecemos pela definição




Grafite: Segundo a Wikipédia:Grafite ou Graffiti (do italiano graffiti, plural de graffito) significa "marca ou inscrição feita em um muro", e é o nome dado às inscrições feitas em paredes desde o Império Romano. Trata-se de um movimento organizado nas artes plásticas, em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Apareceu no final dos anos 70 em Bom Despacho, MG, como movimentos culturais das minorias excluídas da cidade. Com a revolução contracultura de maio de 1968, surgiram nos muros de Paris, as primeiras manifestações. Os grafiteiros querem divulgar uma idéia.

Hoje Grafite é arte, é mainstream, é um termo normal, na fala popular. Apesar disso ainda há quem julgue desnecessário e há quem diga que isso é pichação (termo brasileiro) - O piche é considerado vandalismo e incluso como crime ambiental das leis brasileiras com pena de detenção de 3 meses a um ano e multa. -, bandidagem, vandalismo. O caráter artístico do Grafite surgiu na década de 90 quando alguns artistas plásticos, revolucionários e pessoas de nome começaram a dar valor ao seguimento. Mas até que ponto Grafite é arte? Quem disse que Grafite é arte? Grafiteiros aceitam ser chamados de artistas?

Ao conversar com um artista plástico não formado e que atua grafitando as ruas de São Paulo, pude perceber sua revolta quando questionado sobre a "arte do grafite". Ele afirmou que Grafite não é arte, que o que ele faz é expressar sua revolta e seus ideais revolucionários através do Grafite e que jamais aceitaria ser tachado de artista. "Quando um pichador se utiliza de um muro para expressar sua revolta é tachado de vândalo, por que com um grafiteiro vai ser diferente?" Ele não se considera um vândalo, mas faz questão de frisar que artista não é. Além do seu trabalho de grafiteiro, ele também desenvolve atividades paralelas que se utilizam de elementos do Grafite para existir, como é o caso do stêncil, e diz que tudo o que faz é expressão e não arte.

Partindo do conceito de que arte é expressão, seja ela plástica, cinematográfica, fotográfica, escultórica, etc, não se pode excluir a manifestação do Grafite como não arte, embora o Grafite tenha surgido para manifestar contra a cultura. Arte também é cultura e é contra a cultura, em alguns casos. O que não se pode é viver de Apartaides políticos e de idéias no campo da arte. A arte é muito mais que isso, e não há certos e errados, bons e maus, bonitos e feios, arte é pluralidade e respeito às estéticas. Além disso, o Grafite também é conhecido como o quarto elemento da cultura Hip Hop (O hip hop como movimento cultural é composto por quatro elementos (atividades): o canto do rap, a instrumentação do DJ, a dança do break dance e a pintura do grafite), e é também a maior, ou talvez a única, expressão da realidade periférica. Hoje o Grafite invadiu as ruas, as metrópoles, os bairros chiques, as casas e as galerias, sim, as galerias."


quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

PARA O DIA DOS NAMORADOS


... para o Dia dos Namorados!!!
Já escolheu a prenda para a sua cara-metade?
Um pin com a vossa fotografia? Um pin com a imagem de um beijo vosso?
Um pin com os vossos nomes? Tantas possibilidades diferentes, tanta coisa para fazer!!!
Para quem preferir, temos alguns pins já feitos para oferecer ao amor da sua vida.
Estão acabadinhos de sair do forno e prontos para irem ter consigo!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Art nouveau








A Arte Nova foi um estilo estetico essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. laciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial m curso na Europa om a exploração de novos materiais (como o ferro o vidro, rincipais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia olorida que teve grande influência nos cartazes. vido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido de modern style (do inglês, estilo moderno).
O nome surgiu de uma loja parisiense (capital internacional do movimento), chamada justamente Art nouveau e que vendia mobiliário seguindo o estilo. Caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a
Natureza, lorização do trabalho artesanal, entre outros. O movimento simbolista ambém influenciou o art nouveau.
Recebeu nomes diversos dependendo do país em que se encontrava: Flower art na
Inglaterra. odern Style", "Liberty" ou "stilo Floreale" na Itália. alemães criam sua própria vertente de Art Nouveau chamada Jugendstil.

Arquitectura
No que diz respeito à arquitectura, o facto de não existirem propriamente traços estruturais nem volumetrias próprias, esta desenvolve-se subsidiária da arquitectura tradicional portuguesa. Um dos maiores aspectos relevantes é a utilização de materiais e técnicas inovadoras tais como o uso de
massa de cimento.









sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

LA HORA ESPAÑOLA


La Hora Española , é uma taberna e ponto de encontro do Festival de Flamenco de Lisboa.

No coraçäo de Lisboa a tradiçäo de Espanha – Pablo Picasso, Paco de Lucia, Camaron de la Isla, Santiago Martin “El Viti”, José Tomás, Ney, entre outros.


La Hora Española, es una taberna y punto de encuentro del Festival de Flamenco de Lisboa.En el corazón de Lisboa la tradición de España - Pablo Picasso, Paco de Lucia, Camarón de la Isla, Santiago Martín “El Viti”, José Tomás, Ney, entre otros.


Presunto de Bolota a corte, queijos centenários e vinhos espanhois.Mercearia Gourmet e Take Away.Eventos privados, festas de grupo.


Jamón de Bellota al corte, quesos centenarios y vinos españoles.

Tienda de ultramarinos Gourmet y Take Away.

Eventos privados y cenas de grupos.


Terça e Quarta/ Martes e Miércoles: 12h00 a 24h00Quintas,Sextas e Sábados/ Jueves,Viernes y Sábados: 12h00 a 02h00Domingos e/y Segundas/ Lunes: DescansamosHora Almoço/Comida: 12h00 a 15h00


Fechamos/Cerramos de 15H00 a 20H00 Calçada Marquês de Abrantes, 58/60 – Santos - Tel.21.3971290la.hora.espanola@gmail.com , lahoraespanola@blogspot.com

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Poema numa esquina de Paris


Dezenas e dezenas de pessoas passam ininterruptamente ao longo do passeio.

Umas para lá.
Outras para cá.
Umas para cá.
Outras para lá.
Mas cada uma que passa
tem de fazer na esquina um pequeno rodeio
para não se esbarrar com o par que aí se abraça.
Olhos cerrados, lábios juntos e ardentes,
tentam matar a inesgotável sede.
Através dos seus corpos transparentes
lê-se na esquina da parede:

DANS CETTE PLACE A ÉTÉ TUÉ
MAURICE DUPRÉ
HÉROS DE LA RESISTANCE.
VIVE LA FRANCE.

(António Gedeão)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Peças no filme de Claudia Clemente - A Outra

Visitem o blog:

http://a-outra-the-other-woman.blogspot.com/

E irão reconhecer algumas peças usadas que foram da minha autoria.

A Cláudia além de grande amiga é uma realizadora fabulosa.

Os meus PARABÉNS!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Pensamentos de MUDANÇA



Ao longo da vida construímos sonhos, e quando realizados surgiram outros… É assim, é isso que nos faz não ficar parados.

Sem os sonhos não haveria razão para continuar numa jornada, numa batalha que é a vida! (li isto algures e não me esqueci).

Grande mudança esta que vivo neste instante, hoje e amanhã (tal como a música).

Quando achamos que tudo está no sitio certo, a vida lá vai andando de uma forma segura e sem grandes atribulações...pois bem, tudo se transforma.

Tudo diferente do que imaginei, tudo melhor.

Sinto-me num casulo a transformar-me numa borboleta. Impressionante como a vida nos prega partidas! Mas que boa PARTIDA esta que a vida me pregou!

A algum tempo que a Marginal passou a estar nos meus passeios matinais. O nascer do sol, as pessoas que dentro dos seus carros vão rumo a mais um dia de trabalho, etc....
O mar, o rio....uma caminhada matinal de me tira de Paço de Arcos e me leva até ao frenesim desta Lisboa que tanto me encanta e me acolhe todos os dias.

Estou numa nova fase, num novo projecto com uma pessoa que tanto admiro (o Pedro).

Já dizia o poeta........que seja ETERNO ENQUANTO DURE.....

Um beijinho ao responsável por tudo isto





História de um diamante...........




O diamante Hope é uma pedra preciosa azul, famosa pela sua história atribulada e pela suposta maldição que carrega.
É um diamante de grandes dimensões (25.6 x 21.78 x 12 mm), com 45.52 quilates.




A cor azul é uma ilusão óptica, causada pela presença de traços de boro na estrutura cristalina do diamante. O diamante Hope exibe fosforescência vermelha no espectro ultravioleta e é classificado como um diamante.



História
O primeiro registo histórico do diamante Hope surge por volta de 1660, quando o mercador francês Jean-Baptiste Tavernier o adquiriu durante as suas viagens na Índia. A pedra tinha então cerca de 112 quilates e estava lapidada em forma de triângulo. O diamante é originário da mina de Kollur e, de acordo com a lenda, foi roubado de um templo Hindu dedicado à deusa Sita, onde estava encastrado numa estátua, representando um dos olhos da divindade.
Em 1668, Tavernier vendeu o diamante ao rei Luís XIV de França. A pedra foi entregue ao joalheiro da corte, Sieur Pitau, que a cortou e lapidou de acordo com o gosto da corte francesa. O diamante passou a pesar cerca de 67 quilates e ficou conhecido como o Diamante Azul da Coroa. Luís XIV costumava usá-lo ao pescoço em ocasiões solenes, suspenso numa fita e encastrado em ouro. O seu bisneto, Luís XV, readaptou a pedra para fazer parte do seu pendente da Ordem do Tosão Dourado. Mais tarde, Luís XVI ofereceu a pedra a Maria Antonieta, por ocasião do seu casamento. Durante a Revolução Francesa, já com o rei e a rainha na prisão, as jóias da coroa desapareceram num roubo efetuado a 11 de Setembro de 1792. O diamante azul desapareceu também e o seu paradeiro é incerto nos anos seguintes.
Em 1812, o diamante reaparece na posse de Daniel Eliason, um mercador de jóias londrino. A identidade da pedra foi disputada até se confirmar, em 2005, que era de facto o diamante azul francês, desaparecido durante a revolução. Apesar de se supôr habitualmente que a pedra foi adquirida pelo rei Jorge IV do Reino Unido, não há registros da compra nos arquivos da contabilidade real.
O dono seguinte do diamante foi Henry Philip Hope, que o adquiriu em 1824 para a sua coleção de pedras preciosas. A partir desta data, a pedra passa a ser conhecida como diamante Hope. O diamante foi adaptado como um pregador, usado pela cunhada de Hope em ocasiões sociais. Após a morte de Henry Philip em 1839, os seus sobrinhos lutaram pela herança em tribunal durante dez anos, até a coleção de gemas ser por fim concedida a Henry Hope. O diamante passava a maior parte do tempo guardado num cofre, mas foi exibido na Great Exhibition de Londres(1851) e na Exposição Universal de Paris (1855). O diamante Hope permaneceu na posse da família até 1901, quando foi vendido a um joalheiro londrino por 29,000 libras, para pagar as dívidas de Francis Hope. Após várias mudanças de dono e cortes, que incluíram Pierre Cartier e a socialite estado-unidense Evalyn MacLean (que por vezes o pregava à coleira dos seus cães), o diamante Hope foi adquirido por Harry Winston em 1949, por uma soma desconhecida. Winston incluiu o diamante numa coleção de outras pedras preciosas famosas que exibia para fins de caridade. Em 1958, Harry Winston doou o diamante ao Instituto Smithsonian.

Maldição
A lenda da maldição do diamante Hope nasceu no início do século XX e foi criada por May Yohe, uma atriz estado-unidense que fora casada com Lord Francis Hope e que fugira para a Austrália com o amante. A vida não lhe correu bem e, de regresso aos Estados Unidos, procurou vender a história da maldição a produtores de cinema de Hollywood. A história do diamante transformou-se num filme, que incluía diversas liberdades criativas como a atribuição da morte de Marat à maldição e, possivelmente, é a origem da lenda do roubo do templo Hindu. Desde então, diversos infortúnios têm sido atribuídos ao diamante, como o destino de Luís XVI e Maria Antonieta (que acabaram guilhotinados na Revolução Francesa), a suposta morte de Tavernier devorado por lobos (que de facto morreu de velhice), a loucura de Jorge IV ou a morte de Catarina a Grande (que nunca possuíram o diamante).

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LOJA ONLINE


Façam as vossas encomendas de Natal de uma forma rápida e prática.
Visitem a minha loja em: http://www.ritacm.com/
Espero pelas vossas encomendas.
Um beijinho e espalhem a noticia
Rita Carvalho Marques
Designer de jóias
tel: +351 91 722 59 93

domingo, 16 de novembro de 2008

LUXO com Brilho Próprio


O fabrico de jóias é uma das artes mais antigas do mundo e sempre encantou a homens e mulheres ao redor do planeta.


Alguns povos ancestrais enfeitavam-se com conchas, pedras ou flores, a fim de obter o poder simbólico atribuído a estes adereços. No Egito Antigo, além de seu aspecto decorativo, as jóias tinham funções mágicas e religiosas. Durante a Idade Média, principalmente na Renascença, muitos escultores e pintores famosos iniciavam o seu aprendizado nas oficinas dos ourives. Naquela época, os adornos eram um privilégio reservado à aristocracia e ao clero. O século 20 democratizou em definitivo as jóias, que passaram a ter formas e materiais inusitados. Hoje, elas são reconhecidas como arte, dando dimensão estética à aparência e conferindo status a quem as usa.Chaumet, Cartier, Lalique, Dior, Boucheron.



Seria impossível falar da joalheria mundial sem citar a importante contribuição da França neste setor. A Chaumet, por exemplo, que atualmente pertence ao grupo LVMH, é considerada a mais antiga do mundo - foi criada no final do século XVIII. Seu fundador, o ourives Marie-Étienne Nitot, era o preferido de Napoleão Bonaparte e de suas duas mulheres, Joséphine e Marie-Louise, para as quais produziu centenas de peças, entre broches, colares, brincos, camafeus e tiaras. A coroa de Charlemagne, feita para o imperador em 1805, e o diamante Regente de 140 quilates, incrustado por Nitot na espada usada na cerimônia de coroação de Napoleão, fazem parte do acervo do Museu do Louvre, em Paris.

Outra marca importante para a história da joalheria mundial, a Boucheron comemora 150 anos de existência em 2008. Frédéric Boucheron, seu criador, foi um dos primeiros a instalar-se na Place Vendôme, o quadrilátero mais luxuoso de Paris, e também um dos precursores da criação de jóias com imagens de flores e animais - a serpente é o símbolo da grife. Para celebrar esta data especial, a centenária maison resolveu inovar ao utilizar a internet como meio de divulgação de sua renovação. Uma das ações estabelecidas pela direção da empresa foi a de convidar várias personalidades, entre anônimos e famosos, para dar depoimentos em vídeos divulgados no site da marca (http://www.boucheron.com/). O concurso, encerrado em julho deste ano, tinha como júri blogueiros e representantes da maison, responsáveis por escolher o vencedor da história mais emocionante sobre uma jóia pessoal.


Pela internet também já é possível conferir a coleção completa da grife (são 1.500 produtos, entre jóias, relógios e perfumes) e pesquisar os valores de cada peça, que antes só podiam ser consultados nas boutiques da marca.

Pode até parecer paradoxal que uma joalheria tradicional faça sua incursão no e-commerce, visto que o segmento de luxo é um dos raros setores que ainda hesitam em investir nesse meio por receio de perder a aura de exclusividade dos produtos.


Jean-Christophe Bédos afirmou que vender pela internet é um tabu para várias marcas de luxo."Não para nós. A única coisa que pode desvalorizar uma grife é a baixa qualidade, e este não é o nosso caso", observa.

"Com o site, queremos demonstrar que somos contemporâneos, propondo um canal que complementa nossas lojas". Como parte das comemorações dos 150 anos da Boucheron, uma exposição montada nas vitrines das butiques da grife convida o público a descobrir a coleção Boucheron Enchanteur, especialmente criada para esta ocasião. Entre os destaques estão um relógio desenhado por Richard Mille, o joalheiro da Haute-Horlogerie; uma série de celulares da marca Vertu; e um colar desenvolvido em colaboração com a Maison du Chocolat em forma de serpente, que ostenta um diamante de 20 quilates.

Para as tradicionais joalherias francesas, a tecnologia tem se mostrado imprescindível na conquista de novos clientes. A Dior Joaillerie entendeu esse conceito, e, no ano passado, lançou no Second Life sua coleção de jóias Belladone. "Foi uma boa oportunidade de apresentar as peças a um público maior e não apenas àquele que freqüenta as butiques", afirma Victoire de Castellane, diretora de criação da marca. Questionada sobre a possibilidade de comercializar suas criações em um ambiente virtual, a executiva afirma que ainda é cedo, mas não descarta a possibilidade. Em 1998, a Maison Dior criou seu departamento de Haute Joaillerie, e Victoire assumiu a direção artística com um estilo bastante particular. Desde a sua primeira coleção, lançada em 1999, a artista impõe uma joalheria feita de extremos. Seu interesse por volumes que vão do exagerado ao mínimo estão onipresentes em suas peças. "Gosto das pedras com cores, porque elas parecem bombons. Para mim, é como se elas tivessem sabor", afirma. Extravagantes, cheias de fantasia e muito femininas, as jóias da Dior obedecem a um rigoroso controle de qualidade, o mesmo que é aplicado à alta-costura. Outro ponto em comum é a exclusividade. Foi assim com a coleção Le Coffret de Victoire, lançada em 2003 e inspirada nas viagens de Victoire. Em 2005, La petite Série Limitée propôs uma linha de jóias limitada a uma centena de exemplares a serem vendidos no mundo.

domingo, 9 de novembro de 2008

MEU CORAÇÃOOOOO........

Meu coração,
não sei por que
Bate feliz quando te vê

E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim
Foges de mim

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Vem, vem, vem, vem

Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Vem, vem, vem, vem

Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz

Composição: Pixinguinha/ Joao de Barro

sábado, 25 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

notas soltas


Palavras soltas....são estas que escrevo.

Pela primeira vez falo de mim.


Trabalhar com peças preciosas, materiais nobres e peças com história, fazem-nos pensar muitas vezes em outras coisas preciosas que temos na vida.

A nossa familia, os nossos amigos, os nossos sentimentos, resumindo - a NOSSA VIDA.

Os dias vão pansando e sentimos que passo a passo escrevemos a nossa história. Esta fase da minha vida é sem dúvida uma fase de mudança, uma fase de lapidação de uma pedra que aos poucos vai ganhando forma, estrutura e brilho.


Agradeço a todos os que acompanham o meu trabalho, que me ajudam a crescer e que estão comigo em todos os momentos.


O meu muito OBRIGADA!


Espero continuar a contar com todos.


Um grande BEIJINHO


Ritinha

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Joalharia Contemporânea em Portugal e no Brasil


Exposição, Workshops e Debate
Integrada nas comemorações dos 200 anos da chegada da corte de D. João
VI ao Brasil, vai ter lugar no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, de 16
de Outubro a 30 de Novembro a itinerância da exposição “Jóias Reais: -
Joalharia Contemporânea Luso-Brasileira”, entretanto já apresentada no
Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.
Conferências
No dia 16 de Outubro, data da inauguração da exposição, a partir das 17h,
haverá duas interessantes conferências proferidas por especialistas
brasileiras. Vera Tostes, directora do Museu Histórico Nacional, abordará
“A Transferência da Corte para o Brasil - A Sociedade em Transformação”
e Ângela Andrade, directora executiva da AJORIO - Associação dos
Joalheiros e Relojoeiros do Estado do Rio de Janeiro dissertará sobre “A
Jóia na Cultura Brasileira”.
Visitas Guiadas e Workshops
Cristina Filipe, co-curadora, fará duas visitas guiadas “Dois a Dois”, a 25
de Outubro e a 22 de Novembro, pelas 15h, nas quais explicará o conceito
da exposição e convidará alguns dos artistas participantes para falarem
das suas obras e do seu processo criativo.
Nos mesmos dias, das 10 às 17h, Inês Nunes e Rita Ruivo, duas das artistas
participantes, irão orientar workshops direccionados para crianças dos 6
aos 10 e dos 10 aos 13 anos. O objectivo é sensibiliza-las para esta forma de
expressão artística, contando histórias através das jóias, convidando-as
também a imaginar e conceber uma jóia para o ano 2208. Decorrerá ainda,
de 17 a 19 de Outubro, das 10 às 17h, um workshop “Construindo
Percursos - Mudanças e Permanências” conduzido por Cida Siqueira,
designer de jóias carioca, que procura incentivar o exercício de pensar a
jóia como “objecto de arte” e “objecto de consumo” (inscrições limitadas -
mais informações em +351 912 392 015).
“Jóias Reais” - Debate de Encerramento
No dia 29 de Novembro, sábado, pelas 15h, Isabel Silveira Godinho,
directora do Palácio Nacional da Ajuda, Cristina Filipe e Lúcia Abdenur
convidam Luísa Penalva (Historiadora de Joalharia, MNAA), Rui Galopim
de Carvalho (Gemólogo), Cristina L. Duarte (Socióloga) e Raul Boino Lapa
(Antropólogo), a trocar impressões e partilhar visões sobre o projecto
exposição Jóias Reais e este reencontro de culturas através da jóia. O
debate, de entrada livre, irá ser moderado por Rui Afonso Santos
(Historiador de Arte e Design).

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

DIA 18 DE SETEMBRO - EXPOSIÇÃO - PORTO


Faltam muitos poucos dias para a Exposição que se realizará no Porto.
CASA MUSEU - MARTA ORTIGÃO SAMPAIO

Morada:
Rua Nossa Senhora de Fátima, 291
4050-428 Porto
Horário: 3ªfeira a Domingo: 14:00 ás 19:00
Encerra as 2ªfeiras