quarta-feira, 1 de abril de 2009

CARROS E JÓIAS...




.............Juntos são a combinação perfeita.




Fotos das peças no lançamento do novo Mercedes E220




segunda-feira, 30 de março de 2009

Vivemos num tempo em que a tolerância nos relacionamentos é cada vez menor, ninguém se quer adaptar, ninguém admite fazer cedências ou sacrifícios, mas não há Amor sem tudo isto, pois não?

É preciso que aprendamos a passar por alto alguns defeitos, - já que ninguém é perfeito -, a perdoar, a não pagar na mesma moeda aquilo que nos faz mal, a não dar importância a uma frase menos feliz que possa sair num dia de cansaço.

Sejam felizes e façam os outros felizes :-)

Uma óptima semana!

quinta-feira, 5 de março de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição. "- Aristóteles




Soneto de Fidelide
Vinicius de Moraes

De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa dizer do meu amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

"Se quiser me reconquistar, não tente descobrir a razão que te levou a me perder, e sim a razão que me levou a te amar." - Diego Marchi

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009







Zaha Hadid have won a competition to design the Guggenheim Hermitage Museum in Vilnius, Lithuania.
The competition was part of a feasibility study by the Guggenheim Foundation and the State Hermitage Museum of St. Petersburg, Russia.
Architects Daniel Libeskind and Massimiliano Fuksas also submitted proposals.
All three submissions will be on display at the exhibition Imagining the Future: Design Proposals for a New Museum in Vilnius at the Jonas Mekas Visual Arts Center in Vilnius from today until the end of June.
The museums sculptural volume is designed along Zaha Hadid’s characteristic conceptual terms of fluidity, velocity and lightness. The building appears like a mystical object floating above the extensive artificial landscape strip, seemingly defying gravity by exposing dramatic undercuts towards the surrounding entrance plazas. Large activated green fields flow around the museums sculptural mass, underlining its enigmatic presence with curvilinear lines echoing the elongated contours of the building. Contrasting with the vertical business district skyline it is a manifestation of Vilnius’ new cultural significance.

A glossy metallic building envelope registers the underlying main programmatic units which are articulated as inlays within the compact overall form. The sub volumes are expressed through folds and protrusions in the facades modulation, creating multiple ways of reading the building as a whole that is constituted by its integral parts. These parts reflect the various institutions and bodies that are combined within the museum, such as the Hermitage, the Guggenheim as well as the city of Vilnius. In the interior a canyon like air space allows for architecturally refined communication and circulation spaces mirroring the Fluxus spirit of informality and vivacity surrounding art.

Through manipulations of the ground at the riverfront, towards the park and the bridge, different levels are made accessible. An intensification of public life at the river is our aim. The positioning of the building on the riverbanks, respectively the cities edge, creates a strong sense of place within Vilnius.
The exterior spaces are modulated landscape formations creating several imprints or plinths upon which various activities and performances can take place. Large Stairs at the promenade might function as outside auditorium spaces for summer screening etc. The surrounding landscape is a continuation of the internal landscape connecting museum Lobby with its surrounding on several levels. The aim is again an intensification of public and cultural life on the museum plaza and the museum promenade.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Considerações sobre o grafite ou graffiti




"Comecemos pela definição




Grafite: Segundo a Wikipédia:Grafite ou Graffiti (do italiano graffiti, plural de graffito) significa "marca ou inscrição feita em um muro", e é o nome dado às inscrições feitas em paredes desde o Império Romano. Trata-se de um movimento organizado nas artes plásticas, em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Apareceu no final dos anos 70 em Bom Despacho, MG, como movimentos culturais das minorias excluídas da cidade. Com a revolução contracultura de maio de 1968, surgiram nos muros de Paris, as primeiras manifestações. Os grafiteiros querem divulgar uma idéia.

Hoje Grafite é arte, é mainstream, é um termo normal, na fala popular. Apesar disso ainda há quem julgue desnecessário e há quem diga que isso é pichação (termo brasileiro) - O piche é considerado vandalismo e incluso como crime ambiental das leis brasileiras com pena de detenção de 3 meses a um ano e multa. -, bandidagem, vandalismo. O caráter artístico do Grafite surgiu na década de 90 quando alguns artistas plásticos, revolucionários e pessoas de nome começaram a dar valor ao seguimento. Mas até que ponto Grafite é arte? Quem disse que Grafite é arte? Grafiteiros aceitam ser chamados de artistas?

Ao conversar com um artista plástico não formado e que atua grafitando as ruas de São Paulo, pude perceber sua revolta quando questionado sobre a "arte do grafite". Ele afirmou que Grafite não é arte, que o que ele faz é expressar sua revolta e seus ideais revolucionários através do Grafite e que jamais aceitaria ser tachado de artista. "Quando um pichador se utiliza de um muro para expressar sua revolta é tachado de vândalo, por que com um grafiteiro vai ser diferente?" Ele não se considera um vândalo, mas faz questão de frisar que artista não é. Além do seu trabalho de grafiteiro, ele também desenvolve atividades paralelas que se utilizam de elementos do Grafite para existir, como é o caso do stêncil, e diz que tudo o que faz é expressão e não arte.

Partindo do conceito de que arte é expressão, seja ela plástica, cinematográfica, fotográfica, escultórica, etc, não se pode excluir a manifestação do Grafite como não arte, embora o Grafite tenha surgido para manifestar contra a cultura. Arte também é cultura e é contra a cultura, em alguns casos. O que não se pode é viver de Apartaides políticos e de idéias no campo da arte. A arte é muito mais que isso, e não há certos e errados, bons e maus, bonitos e feios, arte é pluralidade e respeito às estéticas. Além disso, o Grafite também é conhecido como o quarto elemento da cultura Hip Hop (O hip hop como movimento cultural é composto por quatro elementos (atividades): o canto do rap, a instrumentação do DJ, a dança do break dance e a pintura do grafite), e é também a maior, ou talvez a única, expressão da realidade periférica. Hoje o Grafite invadiu as ruas, as metrópoles, os bairros chiques, as casas e as galerias, sim, as galerias."