
Designer de Jóias Rita Carvalho Marques RCM - Jewellery Designer www.ritacm.com https://www.facebook.com/RITACMJOIAS tel: +351917225993
terça-feira, 26 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
http://culturascopio.com/2009/12/16/rita-carvalho-marques-o-bom-exemplo-de-uma-artista-estrategicamente-criativa/

Culturascópio: É uma designer de jóias com um estilo marcado?
R. C. M.: É um pouco complicado definir um “estilo”… Posso dizer que tenho elementos de inspiração muito marcados, sobretudo os anos 20 e as suas repercussões no mobiliário, na arquitectura e na joalharia. Gosto, acima de tudo, de criar objectos versáteis, que possam ser usados em várias ocasiões e por pessoas de gerações diferentes.
No processo de criação, privilegia a componente comercial ou emocional? Faz aquilo de que gostaria de usar ou o que poderá ir ao encontro da expectativas do público?
Não consigo fazer nada de que não goste ou não usaria. Claro que tenho de pensar no meu público-alvo, mas o mais importante é tentar criar uma peça que seja emocionalmente comercial. É quase um “defeito de fabrico”. Depois de artista fui muitos anos comercial e agora sou ambas. O que faço normalmente é desenhar as peças de que gosto e depois olhar para elas de forma comercial… Mas confesso que nunca alterei uma peça em função disso.
Privilegia materiais nobres. Porquê?
É o meu posicionamento no mercado da joalharia. Há muitos criadores a fazerem peças interessantíssimas em vários materiais, resultando em felizes conjugações, mas, no meu caso, apenas trabalho com materiais nobres. Acho que nesse registo continua a haver, infelizmente, peças feitas de forma muito industrial e comercial.
É uma pergunta cliché, mas que define muito os criadores… O que a inspira?
Nada me é indiferente. Quando vejo uma boa fotografia de moda, uma peça de design, um belíssimo edifício….tudo poderá ser tema para mais cedo ou mais tarde se tornar numa peça de joalharia. Enfim, não são só os homens e as mulheres deste mundo… São os meus amigos, a família e a natureza.
A sua nova colecção, que apresentou há pouco tempo, tem um conceito muito específico. De que trata?
O tema é o tempo. O tempo nas suas várias vertentes: o tempo como “falta de tempo que temos hoje em dia”; o tempo como “os velhinhos no jardim a passar o tempo a jogar dominó”; o tempo como correntes artísticas, passando pelo naturalismo, o romantismo, a Art Déco, o plasticismo, entre outras. É a continuação do registo que tinha usado na minha primeira colecção e cujo tema achei que deveria continuar a explorar.
Uma peça de jóias pode ser consideravelmente mais cara do que uma peça de roupa do dia-a-dia. Por que vale a pena investir numa jóia?
Bom, essa é fácil, porque enquanto usamos uma peça de roupa durante algum tempo, uma jóia faz parte da história que construímos. Da nossa vida! Passará de gerações em gerações da mesma forma ou com algumas variações caso as pessoas optem por alterá-la ou reciclá-la.
Uma jóia é uma imagem de marca. Falo no caso das minhas peças que apenas são reproduzidas apenas 10 vezes. Depois não há mais peças iguais. São quase exclusivas e únicas.
Representa um estilo de vida, uma emoção que poderá perdurar?…
Sem dúvida. Uma peça passará por várias gerações e será utilizada em várias ocasiões. A minha ideia é mesmo essa – criar peças que possamos usar com uns jeans e uma t-shirt branca ou com um vestido comprido, representando a versatilidade no tempo presente e no tempo futuro.
Hoje não podemos comprar 30.000 jóias boas. Por isso, as que compremos que sejam vividas. Muitas eram as jóias das nossas avós que só poderiam ser postas em ocasiões muito especiais. Hoje já não há ocasiões. Tudo é mais simplificado. Daí a necessidade de peças autênticas.
Quando é que se apercebeu de que a joalharia iria fazer parte da sua vida?
Muito cedo, acho que todas as raparigas gostam de jóias.
O curso de Design Industrial deu-me a noção de que teria de criar peças que fossem ergonomicamente confortáveis para quem as usa. A pós-graduação em Joalharia “aguçou” o meu desejo por criar jóias esteticamente atraentes para o público em geral. Por fim, e sem menos importância, a pós-graduação em Direcção Comercial alertou-me para o facto de que a minha ideia tinha que ser sustentável não só criativamente. Tive de ser criativamente inteligente para saber posicionar o meu produto, criar estratégias e estabelecer objectivos.
Como conjuga esta faceta de artista com a profissão do seu dia-a-dia?
Aí está um grande desafio para 2010, ano em que vou passar a dedicar-me apenas a este projecto. Acho que chegou a altura de dar à joalharia a importância que merece.
É por isso que vou criar o meu próprio atelier e showroom. Será um espaço onde tudo será feito ali mesmo: a criação, a concepção, a reciclagem, etc. Será um espaço onde as pessoas poderão ver as minhas peças e adquiri-las, assistir a palestras, participar em workshops, enfim….será um laboratório de joalharia onde tudo poderá acontecer! Estive até agora apenas de forma amadora e já deu os frutos que deu. Agora, o céu será o limite.
Rita Carvalho Marques terá um espaço aberto ao público a partir de Fevereiro. Até lá, as suas jóias estão à venda no seu site – durante o Natal, a criadora tem uma campanha com 40% de desconto em algumas peças. Aproveitem!
Site: http://www.ritacm.com/ Blogue: http://ritacmarques.blogspot.com
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
EXPOSIÇÃO VILNIUS
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Museu Calouste Gulbenkian - mostra Arte Déco

Um notável conjunto de criações representativas do estilo art déco, tendência artística que se afirma a partir da década de 1920, será objecto de uma exposição do Museu Calouste Gulbenkian a partir do dia 16 de Outubro até 3 de Janeiro de 2010.
A mostra Arte Déco, 1925 vai reunir uma centena e meia de requintadas peças de porcelana, cerâmicas, vidros, pinturas, desenhos, esculturas, jóias e mobiliário, que pretendem evocar a Exposição Internacional das Artes Decorativas e Industriais Modernas, realizada em Paris em 1925. Do conjunto de peças agora apresentado no Museu Gulbenkian, cerca de meia centena estiveram expostas em Paris, como a importante escultura Le Printemps ou Hommage à Jean Goujon de Janniot, adquirida por Calouste Gulbenkian e que ornamentava a fachada do pavilhão “Hôtel du Collectioneur”.
Podem ser vistas jóias de Van Cleef & Arpels, Cartier, Chaumet e Boucheron, cerâmicas de Jourdain e Braquemond, porcelanas de Rapin, pinturas de Le Corbusier, Léger e Laurencin, esculturas de Janniot e Joseph Bernard, vidros Baccarat e de Lalique, peças de mobiliário de Ruhlmann, Leleu, Groult e Dunand, ourivesaria Christofle, têxteis de Dufrêne e Miklos, e ainda livros ilustrados e encadernados (Schmied, Dunand e Legrain), obras provenientes de colecções públicas e privadas estrangeiras, maioritariamente francesas e também nacionais.
Para além da referida escultura de Janniot, figuram na exposição várias outras peças da colecção Gulbenkian nomeadamente jóias, vidros, objectos decorativos e livros de arte representativos desta nova forma de expressão visual.
Apesar da ausência oficial de Portugal na exposição de 1925, o escultor Canto da Maya, na altura a viver em Paris, apresentou obras suas em diversos pavilhões franceses, estando agora representado com duas obras de que se salienta a terracota Eva ou Femme au Serpent.
A exposição contou com empréstimos de obras de instituições públicas e privadas, maioritariamente francesas, que aceitaram emprestar alguns dos tesouros das suas colecções. As especialistas Chantal Bizot e Dany Sautot comissariam esta mostra.
Entre as actividades em torno da exposição, destaque para dois recitais dedicados à música francesa nos primórdios do século XX, nos dias 18 de Outubro e 8 de Novembro e para o programa de visitas orientadas, terças e quintas, às 15h.
sábado, 26 de setembro de 2009
HISTORIA DA JOALHARIA NOS ANOS 20


Os vestidos fluidos, de cintura baixa e sem mangas próprios da moda do período pós-guerra eram perfeitos para as jóias Art Déco, geométricas, lineares e com um contraste de cores nunca visto antes. Devido ao consumo desenfreado, fruto da emancipação feminina e também do alívio trazido pela paz conseguida no Tratado de Versalhes, as vendas de jóias alcançaram patamares recordes.
A gema mais popular do período foi o diamante. Rubis, safiras, ônix, Esmeraldas, corais, marfins, jades, madrepérolas e cristais-de-quartzo foram também muito utilizados na decoração das jóias Art Déco e, frequentemente, serviam de moldura ao diamante. Para esta gema predileta, as lapidações geométricas eram as favoritas: baguete, triangular e esmeralda. O grande aumento da produção de pérolas cultivadas fez com que a pérola passasse a ser uma gema mais acessível à classe média e faziam parte dos trajes de noite, em colares usados ao pescoço ou torcidos à volta da cintura. O metal mais utilizado foi a platina, além do ouro branco e da prata. Os vestidos de noite, com alças finas e costas nuas ficavam perfeitos com longos colares de pérolas e sautoirs. Os alfinetes eram desenhados para serem usados aos pares, nos vestidos e usou-se muito também o broche em cintos, lapelas de casacos, bolsas, sapatos e chapéus.
Os motivos na joalheria Art Déco eram caracterizados por designs geométricos, diversas combinações de cores criando contrastes e padrões abstractos. Em 1922, a descoberta da tumba do faraó Tutancâmon serviu de inspiração para o período, assim como o Cubismo, as artes persa, africanas e orientais, além do Jugendstil.
A queda da Bolsa de Nova York em 1929, seguida da Grande Depressão, pôs fim aos “loucos anos 1920” e ao delicado e geométrico design Art Déco.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Exposição Colectiva na FABRICA FEATURES
Artistlevel em associação com a FABRICA FEATURES, realiza em Novembro, uma exposição colectiva da comunidade artistlevel.org, procurando divulgar a criatividade e a diversidade artística desta nova plataforma de arte.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Artistlevel | AMIArte
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Estará patente entre 3 e 19 de Setembro na Galeria AMIArte, no Porto, a Exposição Artistlevel | AMIArte. Enunciando um conjunto singular que reúne 37 trabalhos de 12 artistas, a Artistlevel Networks e a AMI criaram uma exposição heterogénea em estilos e técnicas, incorporando artistas de várias gerações e áreas. Trata-se de um evento particular, no qual artistas e coleccionadores têm a oportunidade de contribuir solidariamente para a AMI, revertendo 50% do valor das vendas para esta Instituição de reconhecido mérito internacional. A iniciativa faz parte de um leque de acções de âmbito solidário, que traduz um dos aspectos da dinâmica e directriz programática da ArtistLevel Networks, criando deste modo a oportunidade para o directo acesso e aquisição de obras de arte e tornando possível a contribuição solidária, de cada artista e de cada comprador, para instituições de solidariedade social. Pintura e Desenho | Cláudia Barradas; Eduardo Bragança; Elsa Labistour e Natália Barros; Fátima Mateus; Filipa Silveira; Francisca Menezes Ferreira; Isabel Mourão; Joana Lobo Anta; M Lowndes; Fotografia | Diana Mestre; Joalharia | Rita Carvalho Marques. Ver obras em www.artistlevel.org ArtistLevel Networks |
terça-feira, 18 de agosto de 2009
EXPO - PORTO
Arte Solidária
quarta-feira, 3 de junho de 2009
A JOALHARIA DE ARTE PÓS-MODERNA
A função da arteSábio filósofo grego, Aristóteles já dizia há dois mil anos que a arte é a ideia da obra, a ideia que existe sem a matéria. O executar, produzir e realizar é ao mesmo tempo o inventar, figurar e descobrir uma concepção dinâmica de poesia artística. Arte estimulante é essencial na vida de todo ser perspicaz, despertando o supra-sensível no homem. Ao expor em contexto sistemático seu conhecimento e filosofia, o artista retrata a visão de seu tempo e coloca a alma na obra, para atribuir-lhe um sentido. A criação artesanal é, na sua essência, a expressão emocional de um grupo, já a criação artística é a expressão racional de um indivíduo.
A função da jóia-arte
Joalharia contemporânea provém da arte e do ofício tradicional, das formas simbólicas do design abstracto e/ou geométrico e das variantes conceituais avant-garde, que testam os próprios limites da joalharia. Dessa forma, jóias de arte são peças inventivas, compostas a partir de ideias específicas, enaltecendo características únicas. Hoje, para criar a jóia-arte, são necessários símbolos engenhosos com os quais se possa ter um envolvimento mais efectivo. Joalharia artística, assim como escultura e pintura, revelam com clareza o estilo de quem a concebe e a usa.
Os diferentes processos na fabricação de jóias
Joalharia de autor é composta por peças feitas à mão pelo próprio mentor, mas nem sempre oriunda de projectos. Muitas vezes, essas jóias são determinadas por ensaios ou fatalidades que venham ocorrer durante a execução. Na joalharia industrial, o designer, usando a computação ou assistindo o modelador, produz protótipos para a seriação das peças, acabadas à mão. Nesses modelos, o escultural é destituído do seu aspecto tridimensional oneroso, comprometendo a força de expressão do autor e, portanto, sua originalidade. E na joalharia de arte, o artista em geral supervisiona a elaboração manual de cada projecto inovador, feito por um artesão de sua escolha que, se for preciso, crie suas próprias ferramentas para a realização das peças.
A contribuição da jóia artística para a joalharia
A busca do novo pelo novo, a arte para a média, não permite a experiência se acumular ou se aprofundar em significação artística. A tradicional arte da joalharia está longe de ser ditada por moda efémera, como se quer fazer crer. Ao contrário, de acordo com pesquisas recentes, as cores das gemas oscilam apenas entre tons fortes ou pastéis. Invenções inusitadas são imprescindíveis para o desenvolvimento tecnológico da indústria e para melhor orientar artífices em seus ofícios. Alavancando as vendas da indústria e agregando valor sem igual às exportações, a criação artística é uma ferramenta ímpar. Arte também edifica: a Tate Gallery moderna foi construída com o lucro do governo inglês da exposição solo do artista Damien Hirst, em Nova Iorque.
As classes distintas de joalharia
Arte regional é excludente... Todos compreendem uma peça do Feodor Dostoievsky, mas muito poucos entendem uma do Mauro Rasi sobre suas tias de Bauru. Ferreira Gullar em seu livro Argumentação contra a morte da arte nos esclarece: “A capacidade criadora do artista consiste em transcender o que é particular, regional, e erigi-lo em expressão universal. Quando o consegue, a obra se torna, por seu conteúdo, universal e, por sua forma, nacional. A obra de arte, antes de ser nacional, tem que ser obra de arte”.
Em Portugal, o designer de jóias conceituais abre caminhos para o sector, mas é ainda visto como designer de jóias artesanais ou industriais, por falta de uma classe distinta de joalharia de arte. Portanto, cabe à classe consciencializar-se da importância de se organizar e conquistar seu próprio espaço e o Mundo.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Yellow TreeHouse

Essa casa na árvore é um verdadeiro convite para jantar fora, o projeto dessa incrível arquitetura na árvore foi feito por arquitetos e designers da Nova Zelândia. Com certeza é a árvore que todos nós sonhamos quando criança, mas que não deixa de fazer sonhar um adulto. O restaurante na árvore Yellow TreeHouse faz amplo uso de toda a iluminação natural com uma bela visão para um lago, realmente um lugar mágico. Veja mais fotos.


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